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quinta-feira, 6 de março de 2014

Preparação vocal socorrista

Tenho convicção de que a aplicação desse trabalho variará de orientador para orientador.
Experimente eu seu grupo:

Jin shin - Minha sugestão é trabalhar em duplas, um segurando os dedos do outro. A necessidade faz-nos parar mais onde é preciso. Combinei esse trabalho com consciência respiratória, é muito emocionante, sentir o peito do outro arfando, sentir a dificuldade, a "pleura" ... e sentir os primeiros movimentos abdominais, os arroubos intestinais... e a calma chegando, substituído o medo pela ternura, pura ternura, uma ternura de outro quadrante... faz a gente sintonizar com as mazelas do outro, depurar devagarinho (o cheiro ruim fica intenso, depois vai saindo, saindo... emocionante mesmo)... eu ia dizendo, meio que em sono ren, totalmente zen: nós somos a gruta, as pedras da gruta, o céu, o mato, somos capazes de fazer o outro ficar em silencio, se perguntando de onde eu tira essa voz... usei, da vegeto, o acting da concha fechada, uma orelha de cada vez nesse caso específico, que aí iamos para outro caminho e eu só precisava ir mais um pouquinho pra respiração abdominal...



A dança de Iemanjá. Equilíbrio emocional entre o maternal, o guerreiro,o amante em todos nós.

Cantar o tom Do, até que ele soe no grupo como um bordão estável. Acrescente o Sol, depois Re, murmurando com M, depois N, depois L, depois as vogais U, I, A...

Depois, no mesmo campo harmônico apoiado por Do, Sol e Re, utilizar as palavras Ovo, Asa, arara, ama, Ana, ala.

Sacudir o corpo no final. Se achar bom, lavar as mãos com água e cravos da índia.

Evoé para todos. Eu vim para trabalhar tudo o que evolui a partir da vaidade, a partir da posse... Odoiá!!!

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